12.20.2016

Facebook libera chamadas de vídeo com até 50 pessoas pelo Messenger

Olha aí...dá pra fazer um culto on line ou reunião de célula.

 

Feed: B9
Data de Postagem: segunda-feira, 19 de dezembro de 2016 17:30
Autor: Leonardo Muraoka
Assunto: Facebook libera chamadas de vídeo com até 50 pessoas pelo Messenger

 

Recurso está sendo disponibilizado hoje para iOS e Android

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9.22.2016

TOP 10 APPS


Minha intenção era a de listar apenas 10 aplicativos para o seu smartphone com android (os melhores na minha opinião), mas acabei listando 10 “tópicos”...rsrsrsrs






1º SPOTIFY

Todo dia uma nova descoberta (ou redescoberta) musical. Músicas que fizeram parte da sua vida. Músicas novas. Músicas que você jamais ouviu. Músicas que você ouve e nunca se cansa delas, em versões diferentes. Vale a  assinatura mensal, pelas viagens sonoras. Mais de 30 milhões de faixas para explorar. Ouça pelo computador, celular, playstation, chromecast, etc.  Adeus pirataria!

Ah... você não pode esquecer de instalar também o MUSIXMATCH, para acompanhar as músicas com as letras.

Dica: Grave suas músicas favoritas (pelo Spotify para computador) com o programa “FairStars MP3 Recorder”. Monte seus próprios álbuns (escolha uma foto de capa) e os ouça com o app POWERAMP (simplesmente o melhor player para android!).

Adicionalmente você também pode instalar o SOUNDCLOUD e o app RÁDIOS NET (para ouvir rádios do mundo inteiro). 

E se quiser ouvir depois (offline) algo do You Tube, primeiro converta o vídeo por esse link: http://www.clipconverter.cc/pt/

Boas audições!


2º POCKET (ou INSTAPAPER)

Você monta sua própria revista (ou jornal). Você que seleciona as manchetes, os artigos, de SEU interesse, para leitura posterior off line. Uma revista customizável! Leia pelo celular, tablet ou pela web. Bom demais! Seja o editor da sua revista pessoal.

3º FACEBOOK, INSTAGRAM e WHATSAPP

Redes sociais que te mantem em contato com amigos que você fez durante sua vida. Amigos de infância, do colégio, vizinhança, empregos pelos quais passou, comunidades, etc. Compartilhamento de imagens, áudios, vídeos. É o seu canal particular e os canais de comunicação com seus amigos. Dá pra bancar uma de jornalista, publicando o que é de interesse geral (ou particular). Dá pra conversar com alguém de quem se importa. Dá pra rir, passar o tempo (muuuito tempo) ali, checando os posts, a linha do tempo das pessoas e retendo o que é bom.

Obs: A melhor comunicação entre seu PC e seu CELULAR é o app PUSHBULLET (você digita pelo PC e manda o texto ou hyperlink por ele). E o melhor app para limpar as mensagens de seu WHATSAPP é o app WCLEANER!


4º  BEYOND POD e TWITTER

Mantenha-se informado assinando RSS FEEDS dos seus sites favoritos. Dos notíciários do país e do mundo. Em texto ou áudio (podcasts). Acompanhe pelo Microsof Outlook (PC) ou pelo Beyond Pod (celular).

Saiba do que está acontecendo instantaneamente pelo Twitter. Siga seu artista favorito. Interaja, publique, retweet, acompanhe os assuntos do momento!


5º NETFLIX, TELECINE PLAY, HBO.GO, GLOBO PLAY e CRUNCHYROLL

Se tiver tempo, wi fi disponível (e bateria cheia) assista à programação desses canais (se for assinante). Qualidade e conteúdo. Desnecessário citar aqui o app oficial do YOU TUBE né?



6º LEITOR UB (UB READER EPUB), ADOBE ACROBAT (PDF READER) e WPS OFFICE.

Para os amantes de livros. Salve sua coleção de epubs e livros em PDF (ou DOC) e acesse usando esses programas no celular ou tablet (tudo off line). O formato em epub é o melhor! Muito conteúdo em arquivos levíssimos. Outros apps do gênero são o AMAZON KINDLE e o GOOGLE PLAY LIVROS. Para audiobooks sugiro o  SMART AUDIOBOOK.

7º  PIXLR

Para editar suas fotos você não precisará de mais nenhum app além desse. Mas se esse não for suficiente pra você, instale também o PRISMA. E para brincar com seus amigos fazendo montagens com os rostos deles, indico o engraçadíssimo FACE IN HOLE.

8º JOGOS

Para os saudosistas, indico os emuladores de Atari 2600, Nintendo, SEGA, PSP e Playstation 1. São eles: ClassicBoy, SuperRetro16, Ataroid, Atari Greatest Hits, PPSSPP entre outros.

Para uma partida rápida on line (multiplayer), indico o viciante SOCCER STARS, HOCKEY STARS, BASKETBALL, 8 BALL POOL e BOWLING KING (todos da MINICLIP!). Outro bom é o QUIZ UP (jogo de perguntas).

Outros jogos que eu tenho instalado no meu smartphone são: ASPHALT NITRO, DREAM LEAGUE SOCCER, PINBALL ROCKS e GLOW HOCKEY. Nada de jogo pesado comprometendo a memória.

9º FUTEBOL

Os melhores apps pra você acompanhar seu time (e os gols pelo Brasil e mundo) são esses: SCORES & VÍDEO, FOOTBALL HIGHLIGHTS e SPORTV GOLS.


10º FÉ

Nem só de diversão vivemos. A espiritualidade não pode ser esquecida. Pelo contrário, deve ser aprimorada.

As melhores bíblias que encontrei são: BÍBLIA ACRF (ALMEIDA CORRIGIDA FIEL), MY SWORD BIBLE (múltiplas línguas), DEIVERBUM (Bíblia de Jerusalém),  BÍBLIA STRONG (com o significado das palavras no Hebraico e Grego), BÍBLIA COMENTADA POR VERSÍCULO, BÍBLIA APOLOGÉTICA CACP, e as bíblias NVI - BÍBLIA VIVA e NTLH (de Felipe Frizeiro).

Adicionalmente instale um dicionário bíblico, um hinário e o aplicativo MINHAS ORAÇÕES.

Pra fechar esse artigo super indico o app HI-Q MP3 RECORDER, para gravar as palestras (e músicas) de sua comunidade cristã.
Ou as aulas (reuniões) que participa.


RM 



8.23.2016

EASY, NORMAL OU HARD?


Seja sincero. Você se considera cristão? De verdade?
Sim? Então veja abaixo em qual nível você está?


CRISTÃO NÍVEL “EASY”

Frequenta a igreja somente aos domingos e às vezes falta.
Está convencido da verdade do Evangelho mas não quer compromisso.
Não ora muito não, nem lê a Bíblia, embora conheça alguns poucos versículos.
Tem amizade com o mundo. Pouco se diferencia dos ímpios em atitudes e palavras, embora tenha consciência do “pecado” e siga o movimento “gospel”.  
Não evangeliza ninguém, pois tem vergonha, timidez ou “respeita”a religião de cada um.
Busca satisfação pessoal, entretenimento (diversão) e prosperidade (egoísta).  
Acredita em tudo que é dito pelo pastor da igreja sem questionar.
Combate o dízimo pra não ter que “dar dinheiro na igreja”.
Oferta (raramente) moedas nos cultos (esmolas).
Ainda tem muito do velho homem (mente, trai, engana e mantem vícios).  
Troca de igreja ou se afasta definitivamente por qualquer motivo.


CRISTÃO NÍVEL “NORMAL”

Participa ativamente do Culto e das demais atividades/eventos da igreja local (é voluntário).
Não somente está convencido da verdade do Evangelho, como é convertido.  
Adora ao SENHOR e é dizimista e ofertante.
Ora todos os dias, jejua de vez em quando e estuda a Palavra de Deus (já cursou ou gostaria de cursar Teologia).
Já evangelizou seus vizinhos, parentes e colegas de trabalho. Já fez capelania e trabalhos sociais como entrega de roupas de frio, cobertores e sopas para moradores de rua.
Participa dos cultos durante a semana também, reuniões de orações e grupos pequenos e algumas vigílias durante o ano.
Busca crescer na graça e no conhecimento de DEUS e é crítico quanto ao que é ensinado nos púlpitos.
Aceita ser pastoreado, orientado dentro da Palavra e recebe toda correção com amor e temor.
Tem ministério na igreja, mas divide seu tempo com sua carreira profissional (trabalho secular).
Entende o chamado de DEUS, mas não se sente confortável em uma mudança radical em sua vida.


CRISTÃO NÍVEL “HARD”

Entregou TUDO pra DEUS, sua vida, seu tempo, recursos, tudo. É pastor ou missionário em tempo integral.
Depende exclusivamente de DEUS pra tudo, onde morar, o que vestir, até para ter o que comer.
Está disposto a ir a qualquer lugar do mundo para pregar o Evangelho, deixando TUDO pra trás...
Já ganhou dezenas, centenas, talvez milhares de almas pro Reino.
Conhece profundamente a Bíblia de capa a capa. Não somente fez o seminário, como dá aulas.
Jejua e ora mais do que o habitual no meio cristão.
Abre igrejas, pontos de pregação, escolas ou creches cristãs, sobe morro de favela, prega pra traficante/drogados/bandidos e é engajado em projetos sociais de combate a dependência química, fome ou abandono (refugiados inclusive).    
É perseguido e odiado por seguir a Jesus.
Está disposto a morrer (como mártir) queimado vivo, crucificado ou degolado, antes de negar a sua Fé.


E então?
Em qual nível você está???



RM







8.12.2016

ENC: Eike Batista se converte na Assembleia de Deus; veja

 

Feed: Folha de S.Paulo - Em cima da hora - Principal
Data de Postagem: quinta-feira, 11 de agosto de 2016 11:17
Autor: Folha de S.Paulo - Em cima da hora - Principal
Assunto: Eike Batista se converte na Assembleia de Deus; veja

 

O empresário Eike Batista foi a um culto da igreja evangélica Assembleia de Deus, em Rocha Miranda, na zona norte do Rio, na noite de segunda (8). Leia mais (08/11/2016 - 11h17)


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7.29.2016

É Jesus um mito? É Jesus apenas uma cópia dos deuses pagãos de outras religiões antigas?

É Jesus um mito? É Jesus apenas uma cópia dos deuses pagãos de outras religiões antigas?

Resposta:
Há uma série de vozes alegando que os relatos de Jesus como registrados no Novo Testamento são apenas mitos e foram o resultado dos escritores pegando emprestado contos da mitologia pagã, tais como as histórias de Osíris, Dionísio, Adonis, Attis e Mitra. A alegação é que essas figuras mitológicas são essencialmente a mesma história que o Novo Testamento atribui a Jesus Cristo de Nazaré. Como Dan Brown afirma em O Código Da Vinci, "Nada no Cristianismo é original."

No entanto, quando os fatos são examinados, a suposta ligação entre o Novo Testamento e a mitologia é facilmente desmentida. Para descobrir a verdade sobre essas afirmações particulares e outras parecidas, é importante (1) descobrir a história por trás das afirmações, (2) analisar as representações históricas reais dos falsos deuses sendo comparados a Cristo, (3) expor as falácias lógicas que os autores estão fazendo, e (4) olhar por que os evangelhos do Novo Testamento podem ser confiados por descreverem com precisão o verdadeiro e histórico Jesus Cristo.

Em primeiro lugar, as alegações de que Jesus era um mito ou um exagero originaram-se nos escritos dos teólogos liberais alemães do século 19. Eles essencialmente alegaram que o Cristianismo era apenas uma cópia da adoração generalizada dos deuses da fertilidade morrendo e ressuscitando em vários lugares -Tamuz na Mesopotâmia, Adônis na Síria, Attis na Ásia Menor e Osíris no Egito. Nenhum destes escritos chegaram a avançar no âmbito acadêmico ou do pensamento religioso porque as suas afirmações foram investigadas por estudiosos e julgadas completamente infundadas. Foi somente no final século 20 e início do 21 que estas afirmações foram ressuscitadas, principalmente devido ao surgimento da internet e da distribuição em massa de informação que não tem qualquer fundamento ou responsabilidade histórica.

Isso nos leva à próxima área de investigação - os deuses mitológicos da antiguidade realmente espelham a pessoa de Jesus Cristo? Como exemplo, o filme Zeitgeist faz estas afirmações sobre o deus egípcio Hórus:

• Ele nasceu em 25 de dezembro de uma virgem - Isis Maria
• Uma estrela no Oriente proclamou a sua chegada
• Três reis foram adorar o "salvador" recém-nascido
• Aos 12 anos de idade, quando ainda um menino, ele tornou-se um professor prodígio
• Aos 30 anos ele foi "batizado" e começou um "ministério"
• Hórus tinha doze "discípulos"
• Hórus foi traído
• Ele foi crucificado
• Ele foi sepultado por três dias
• Ele foi ressuscitado depois de três dias

No entanto, quando os escritos atuais sobre Hórus são competentemente analisados, isto é o que encontramos:

• Hórus nasceu a Ísis; não há qualquer menção na história de sua mãe sendo chamada de "Maria". Além disso, Maria é a nossa forma latinizada de seu nome verdadeiro "Miryam" ou Miriam. "Maria" não foi nem usado nos textos originais das Escrituras. • Ísis não era virgem; ela era a viúva de Osíris, com quem concebeu Hórus.
• Hórus nasceu durante o mês de Khoiak (outubro/novembro) e não no dia 25 de dezembro. Além disso, a Bíblia não menciona a data exata do nascimento de Cristo.
• Não há qualquer registro de três reis visitando Hórus em seu nascimento. A Bíblia nunca afirma o real número de magos que foram ver Cristo.
• Hórus não é um "salvador" de qualquer forma e nunca morreu por ninguém.
• Não há relatos de Hórus sendo um professor aos 12 anos de idade.
• Hórus não foi "batizado". O único relato de Hórus que envolve a água é uma história onde ele é despedaçado e Ísis pede ao deus crocodilo que o pesque da água onde havia sido colocado.
• Hórus não tinha um "ministério".
• Hórus não tinha 12 discípulos. De acordo com as narrativas, Hórus tinha quatro semi-deuses que eram seguidores e algumas indicações de 16 seguidores humanos e um número desconhecido de ferreiros que entraram em batalha com ele.
• Não existe nenhuma narrativa de Hórus sendo traído por um amigo.
• Hórus não morreu por crucificação. Há vários relatos da morte de Hórus, mas nenhum deles envolve a crucificação.
• Não existe nenhum relato de Hórus sendo sepultado por três dias.
• Hórus não foi ressuscitado. Não existe nenhuma narrativa de Hórus saindo do túmulo com o mesmo corpo de quando entrou. Alguns relatos narram Hórus/Osíris sendo trazidos de volta à vida por Ísis e sendo o senhor do submundo.

Então, quando comparados lado a lado, Jesus e Hórus têm pouca, ou nenhuma, semelhança um com o outro. Uma outra comparação popular feita por aqueles que afirmam que Jesus Cristo é um mito é entre Jesus e Mitra. Todas as declarações acima acerca de Hórus são aplicadas a Mitra (isto é, nascido de uma virgem, sendo crucificado, ressuscitando em três dias, etc.). Entretanto, o que os textos antigos realmente dizem sobre Mitra?

• Ele nasceu de uma rocha sólida e não de qualquer mulher.
• Ele lutou primeiro com o sol e em seguida com um touro primitivo, o que é considerado o primeiro ato da criação. Mitra matou o touro, o qual se tornou a base da vida para a raça humana.
• O nascimento de Mitra foi celebrado no dia 25 de dezembro, juntamente com o solstício de inverno.
• Não há menção dele sendo um grande professor.
• Não há menção de Mitra tendo 12 discípulos. A ideia de que Mitra teve 12 discípulos pode ter vindo de um mural em que Mitra é cercado por doze signos do Zodíaco.
• Mitra não teve uma ressurreição corporal. Diz o mito que Mitra concluiu sua missão terrena e em seguida foi levado para o paraíso em uma carruagem, vivo e bem. O escritor cristão primitivo Tertuliano escreveu sobre os seguidores de Mitra reencenando as cenas de ressurreição, mas ele escreveu sobre isso ocorrendo bem depois dos tempos do Novo Testamento, por isso, se qualquer plágio foi feito, o culto de Mitra foi quem copiou o Cristianismo.

Mais exemplos podem ser dados de Krishna, Átis, Dionísio e outros deuses mitológicos, mas o resultado é o mesmo. No final, o Jesus histórico, como retratado na Bíblia, é completamente original. As semelhanças reivindicadas são muito exageradas. Além disso, embora a crença em Hórus, Mitra e outros preceda o Cristianismo, há muito pouco registro histórico das crenças pré-cristãs dessas religiões. A grande maioria dos primeiros escritos sobre essas religiões são datadas dos séculos III e IV dC. É ilógico e anti-histórico reivindicar que as crenças pré-cristãs nessas religiões (das quais não há registro) foram idênticas às crenças pós-cristãs nestes grupos (das quais há registo). É mais historicamente válido atribuir eventuais semelhanças entre as religiões e o Cristianismo às religiões copiando as crenças cristãs sobre Jesus e dando esses atributos aos seus próprios deuses/salvadores/fundadores em uma tentativa de parar o rápido crescimento do Cristianismo.

Isso nos leva a analisar a próxima área: as falácias lógicas cometidas por aqueles que afirmam que o Cristianismo pegou emprestado das misteriosas religiões pagãs. Duas falácias em particular são evidentes -- a falácia da falsa causa e a falácia terminológica. Se uma coisa precede a outra, isso não significa que a primeira causou a segunda. Esta é a falácia da falsa causa. Mesmo se as narrativas pré-cristãs de deuses mitológicos muito se assemelhassem a Cristo (e não se assemelham), isso não significa que elas causaram os escritores do evangelho a inventar um falso Jesus. Afirmar tal coisa seria como dizer que a série de TV Jornada nas Estrelas causou o programa de foguetes espaciais da NASA.

A falácia terminológica ocorre quando os termos são redefinidos para provar um ponto, quando na verdade esses termos não significam a mesma coisa quando comparados à sua fonte. Assim, por exemplo, o filme Zeitgeist diz que Hórus "iniciou o seu ministério", mas Hórus não tinha um ministério - nada parecido com o ministério de Cristo. Os que afirmam que Jesus e Mitra são o mesmo falam sobre o "batismo" que iniciava os possíveis aderentes ao culto de Mitra, mas o que realmente acontecia? Os sacerdotes Mitra (usando um ritual também realizado pelos seguidores de Átis) suspendiam um touro sobre um buraco, colocavam aqueles que queriam pertencer ao culto naquele buraco e então cortavam o estômago do boi, cobrindo os iniciantes com sangue. Tal coisa não tem semelhança alguma com o batismo cristão, no qual uma pessoa vai debaixo d’água (simbolizando a morte de Cristo) e depois sai da água (simbolizando a ressurreição de Cristo). Entretanto, os defensores da posição do Jesus mitológico enganosamente usam o mesmo termo para descrever ambos na esperança de unir os dois.

A última questão a ser examinada acerca deste assunto é a veracidade do próprio Novo Testamento. Embora muito tenha sido escrito sobre este tema, nenhum trabalho da antiguidade tem mais evidências no que diz respeito à veracidade histórica do que o Novo Testamento. O Novo Testamento tem mais escritores (nove), melhores escritores e escritores que viveram mais perto do que estava sendo registrado do que qualquer outro documento da época. Além disso, a história comprova o fato de que esses escritores enfrentaram a morte para afirmar que Jesus tinha ressuscitado dos mortos. Embora alguns escolham morrer por uma mentira que acham ser verdade, ninguém morre por uma mentira que sabe ser falsa. Pense nisso -- se alguém estivesse prestes a crucificá-lo de cabeça para baixo, como aconteceu com o apóstolo Pedro, e tudo o que você tivesse que fazer para salvar a sua vida fosse renunciar uma mentira que você tinha vivido conscientemente, o que você faria?

Além disso, a história tem mostrado que são necessárias pelo menos duas gerações antes de um mito poder entrar em um relato histórico. Por quê? Porque as testemunhas oculares podem refutar o erro registrado. Os que viviam naquela época poderiam ter refutado os erros do autor e expor o trabalho como sendo falso. Todos os evangelhos do Novo Testamento foram escritos durante a vida das testemunhas oculares, com algumas das epístolas de Paulo sendo escritas tão cedo quanto 50 dC. Essas datas servem como um mecanismo essencial de proteção contra eventuais falsidades sendo aceitas e difundidas.

Finalmente, o Novo Testamento atesta o fato de que a representação de Jesus não foi confundida com a de qualquer outro deus. Quando confrontados com o ensinamento de Paulo, os pensadores da elite de Atenas disseram isto: "’O que está tentando dizer esse tagarela?’ Outros diziam: ‘Parece que ele está anunciando deuses estrangeiros’, pois Paulo estava pregando as boas novas a respeito de Jesus e da ressurreição. Então o levaram a uma reunião do Areópago, onde lhe perguntaram: ‘Podemos saber que novo ensino é esse que você está anunciando? Você está nos apresentando algumas ideias estranhas, e queremos saber o que elas significam’” (Atos 17.18-20). É evidente que se as narrativas sobre Jesus fossem simplesmente um arranjo de contos de outros deuses, os atenienses não teriam se referido a elas como sendo "novas". Se deuses morrendo e ressuscitando fossem abundantes no primeiro século, por que quando o apóstolo Paulo pregou sobre Jesus ressuscitando dos mortos em Atos 17 os epicuristas e estoicos não comentaram: "Ah, assim como Hórus e Mitra"?

Em conclusão, as alegações de que Jesus não era nada mais do que uma cópia dos deuses mitológicos originaram-se com autores cujas obras (1) têm sido descartadas pelo mundo acadêmico; (2) contêm falácias lógicas que prejudicam a sua veracidade e não podem ser comparadas com os evangelhos do Novo Testamento, os quais têm resistido quase 2.000 anos de intenso escrutínio. Os supostos paralelos desaparecem quando comparados com os textos originais históricos. Semelhanças entre Jesus e os vários deuses mitológicos só podem ser defendidas ao empregar-se descrições enganosas e seletivas.

Jesus Cristo permanece único na História, com Sua voz elevando-se acima de todos os deuses falsos e continuando a fazer a pergunta que, em última análise, determina o destino eterno de cada pessoa: "Quem dizeis que eu sou?" (Mateus 16.15)


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Enviado por: "barbosa" <pastorbarbosaneto@yahoo.com.br>


 



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6.10.2016

Deixe de MiMiMi !!!

 

Quando a gente para de reclamar as coisas melhoram.

 

Quando a gente IGNORA os probleminhas da vida, até porque tem gente que tem “problema de verdade”, as coisas melhoram.

 

Hoje o SENHOR concedeu-me VIGOR como diz a PALAVRA:

 

ELE dá força ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum VIGOR. Isaías 40:29

 

O caminho dos ímpios é como a escuridão, nem sabem em que tropeçam.

Filho meu, atenta para as minhas palavras às minhas razões inclina o teu ouvido. Não as deixes apartar-se dos teus olhos, guarda-as no íntimo do teu coração.
Porque são vida para os que as acham, e SAÚDE para todo o seu corpo!


Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. Desvia de ti a falsidade da boca, e afasta de ti a perversidade dos lábios. Os teus olhos olhem para a frente, e as tuas pálpebras olhem direto diante de ti. Pondera a vereda de teus pés, e todos os teus caminhos sejam bem ordenados! Não declines nem para a direita nem para a esquerda, retira o teu pé do mal!!!
Provérbios 4:19-27

 

Quando li a PALAVRA, satisfiz a alma cansada, e toda a alma entristecida saciei. Jeremias 31:25

 

DEUS ajudou-me com mão forte, e com braço estendido, porque a sua benignidade dura para sempre! Salmos 136:12

 

Os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias. Correrão, e NÃO SE CANSARÃO, caminharão, e não se fatigarão! Isaías 40:31

 

Sustenta-me conforme a tua palavra, para que viva, e não me deixes envergonhado da minha esperança. Salmos 119:116

 

Deus é a minha fortaleza e a minha força, e ele perfeitamente desembaraça o meu caminho. 2 Samuel 22:33

 

Eu me deitei e dormi, e depois acordei, porque o Senhor me sustentou! Salmos 3:5

 

Amém

 

 



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5.18.2016

“PORQUE CONHEÇO OS SEUS SOFRIMENTOS”

 

 

 

"PORQUE CONHEÇO OS SEUS SOFRIMENTOS"

 

Por Fabio Campos

 

Texto base: "Disse o Senhor: 'De fato tenho visto a opressão sobre meu povo no Egito, e também tenho escutado o seu clamor, por causa dos seus feitores, e sei quanto eles estão sofrendo.'" – Êxodo 3.7 (NVI)

 

 

É ruim sofrer! Creio que ninguém gosta de ser oprimido, humilhado, rejeitado, injustiçado. Mas o sofrimento, de alguma forma, é parte da vida de todos os seres humanos. C. S. Lewis, em sua obra "O problema do sofrimento", mostra também como o próprio ser humano é responsável por grande parte do sofrimento que há no mundo: ele afirma que quatro quintos dos sofrimentos que enfrentamos são produzidos ou por nós mesmos ou por nossos semelhantes. 1

 

O povo de Deus sempre foi perseguido, oprimido e humilhado. Desde o Egito até a era do Império Romano, perseguições e opressões têm acompanhado o povo que fora separado por Deus. Cartas e mais cartas foram escritas para encorajamento de santos em meio ao martírio. Foi dentro de um contexto de escravidão e serviço pesado que Deus interferiu contra o sofrimento imposto sobre os israelitas: "Porque conheço os seus sofrimentos".

 

Os egípcios os sujeitaram a cruel escravidão (Ex 1.13). Com lágrimas e suor, o povo construiu para faraó as cidades-celeiros de Pitom e Ramassés (Ex 1.11). Enquanto o povo gemia, faraó sorria. Desfrutava do império construído sob o sangue dos judeus. Mas o mal não prevaleceria por todo sempre. A justiça tarda mas não falha. Deus levantou um libertador. Moisés saiu das águas e, conduzido por Deus, de forma Soberana, fez o que deveria ser feito: emancipou o povo das garras do rei tirano do Egito.

 

Deus ouviu o seu o povo, pois disse: "Porque conheço os seus sofrimentos".

 

Deus conhece nosso sofrimento. Ele é transcendente, mas também, imanente. Ele sofre conosco, pois é compassivo (compassione; "sofrer junto.) Jesus não deixou de ser Deus porque chorou (Jo 11.35). Por isso é chamado de Emanuel, Deus Conosco!

 

O sofrimento, entretanto, tem o seu lado bom. É pedagógico. Aprendemos mais nas derrotas do que nas vitórias. C. S. Lewis de forma brilhante diz que, o sofrimento é o megafone de Deus para despertar um mundo surdo 2. Davi afirmou que "foi-bom ter passado pela aflição, para que aprendesse os decretos de Deus" (Sl 119.71). Paulo disse para nos gloriamos também nas tribulações, pois isso nos acresceria perseverança, caráter aprovado, esperança e plena convicção do amor de Deus que fora derramado em nossos corações (Rm 5.3-5).

 

Não estou aqui endossando o masoquismo (os que se agradam da dor); também não fomento o ensino dos estoicos impassivos e sofridos. O cristão tão somente não crê no fortuito dos acontecimentos. Não há coincidência, sorte, azar ou determinismo para o crente em Jesus. Deus fará com que tudo, até o mal que lhe assola, se transforme em bem e corrobore com o propósito pelo qual Ele nos chamou. A fé deixa Deus ser Deus.

 

Existe algo, no entanto, que pode nos trazer esperança: Deus não está do lado do opressor. Ele vê as lágrimas dos oprimidos e sabe que o "poder" está do lado de seus opressores. Como não há quem os consoles (Ec 4.1), Deus os garante (Sl 82.3-4): "Eu habita com o contrito e humilde de coração". O Senhor toma partido dos menos favorecidos (viúva, pobre, órfã, estrangeiro, Tg 1.27).

 

Deus conhece o sofrimento do seu povo. O desafio consiste em se sentir amado por Deus quando as coisas não estão em ordem (do modo como planejamos). Precisamos crer no Seu amor quando tudo mais vai mal.

 

Caso você esteja sofrendo por consequência da vaidade de alguém, tipo a do Faraó, Deus já possui em sua agenda o dia do término disso, como diz as Escrituras: "... não procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: 'Minha é a vingança; eu retribuirei', diz o Senhor" (Rm 12.9).

 

Como afirma Lewis, foi o ser humano, e não Deus, que produziu torturas, açoites, prisões, escravidão, armas, baionetas e bombas. É pela avareza e pela estupidez humana, e não pela sovinice da natureza, que temos pobreza e exploração do trabalho. 3

 

Deus está atento a tudo. Seus olhos estão sobre todos, justos e injustos!

 

Nossa parte é confiar para que, de alguma forma, possamos transformar nosso dia mau em oportunidades para o heroísmo, pois muitos assim o fizeram e, aproveitando o momento, se surpreenderam colheram os seus frutos de justiça.

 

 

Considere este artigo e arrazoe isto em seu coração,

 

Soli Deo Gloria!

 

Fabio Campos

fabio.solafide@gmail.com

_______________________

Citações:

 

1 LEWIS, C. S. O problema do sofrimento. Editora Vida, p. 12.

2 Ibid, p. 106.

3 Ibid, p. 101.


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Árvore de Descanso

Meditação: … sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça. (Romanos 11:5)

 

Pensamento: A esperança pode ser acesa com uma fagulha de encorajamento.

 

Leitura: Esdras 9:5-9.

 

Mensagem:

Árvore de Descanso

 

            A árvore solitária no campo à frente de meu escritório permanecia um mistério. Grandes quantidades de árvores haviam sido cortadas para que o fazendeiro pudesse plantar milho. Mas uma árvore permanecia em pé com seus longos galhos espalhados. O mistério foi revelado quando descobri que a árvore foi poupada por um propósito. Havia muito tempo, os fazendeiros deixavam, por tradição, uma árvore plantada para que eles e seus animais tivessem um lugar fresco para descansar quando o calor do sol do verão estivesse muito forte.

            Em certos momentos, percebemos que mais ninguém além de nós sobreviveu a algo, e não sabemos o porquê. Soldados voltando do combate e pacientes que sobreviveram a uma doença letal lutam para saber porque sobreviveram, enquanto outros não.

            O Antigo Testamento fala dos sobreviventes a quem Deus poupou quando a nação foi enviada ao exílio. Os sobreviventes preservaram a lei de Deus e mais tarde reconstruíram o templo (Esdras 9:9). O apóstolo Paulo referia-se a si mesmo como parte do remanescente de Deus (Romanos 11:1,5). Ele foi poupado para tornar-se o mensageiro de Deus aos gentios (Romanos 11:13).

            Se permanecemos em pé onde outros já caíram, é para que ergamos nossas mãos aos céus em louvor e abramos nossos braços fazendo sombra para o cansado. O Senhor nos capacita para sermos uma árvore de descanso para outros.

 

FONTE:

Julie Ackerman Link

Ministérios Pão Diário

MENSAGENS QUE EDIFICAM



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5.17.2016

Todos Cremos em Algo

Acho gozado ateus nos acusarem de acreditarmos piamente em um livro escrito por homens, no caso, a Bíblia. Afinal, tudo o que eles aprenderam também foi escrito por homens em livros. Ninguém é tão velho a ponto de ter presenciado, de ter testemunhado, de ter visto com seus próprios olhos os fatos, os principais acontecimentos da história da humanidade.  Portanto, é também uma questão de “fé” acreditar nos livros de história. Da mesma forma que ateus dizem que a Bíblia foi adulterada ou manipulada de acordo com interesses de alguns grupos, quem garante que a história (ou estória) que nossos antepassados passaram para as próximas gerações  também não foi “manipulada”, que não há mentira?

 

Portanto, como o homem mais velho entre nós hoje, não tem mais do que 120 anos, precisamos “crer”no legado deixado pelos homens que já morreram.

 

Mas alguém pode lembrar do conceito científico, do que se pode provar. De que tem coisas que acreditamos porque estão aí na nossa cara. Foi testado e aprovado.

 

Ok, se você perguntar para um cristão que tem um relacionamento sério com Deus, ele também te dirá que passou por experiências que provaram aquilo que a Bíblia diz. Que na vida dele Deus se manifestou de diversas maneiras, através da Sua presença sentida, de sonhos e visões, de profecias cumpridas, de curas e livramentos, só pra citar algumas.

 

Então meu amigo, tudo passa de “crer”ou não.

No que você acredita?

 

Em tempo... a Bíblia foi escrita por homens sim, mas homens inspirados por Deus. E não, Deus não foi ditando e eles escrevendo, não. Com exceção dos dez mandamentos, todo relato bíblico foi escrito debaixo da limitação humana que envolvia a época, cultura e personalidade de cada um.

 

 

RM



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4.29.2016

DA MORTE PARA A VIDA

 

Quando alguém é anestesiado, anestesia geral, a pessoa quando volta não percebe o tempo que passou. Não tem noção do tempo em que esteve apagada. Assim, imagino eu, é a morte. Não importa quanto tempo para nós, os vivos, essas pessoas, os mortos, estejam ausentes da Terra, para eles, quando despertarem, será como se o tempo não tivesse passado! Não importa se a pessoa morreu em 1422, não sabemos se esse mundo ainda tem um século de vida ou menos, mas quando esse ser humano acordar, será para desfrutar da glória, da paz eterna. Ou do tormento.

 

Terá sido como um segundo. Ao recobrar a consciência, essa pessoa pensará que o tempo não passou, ainda que dezenas, centenas de anos tenham se passado! E então receberá o juízo de Deus, para a vida eterna ou para a destruição, para a aniquilação. O fim de verdade, a “segunda morte”.

 

Para nós que temos JESUS CRISTO como salvador, não há o que temer. Passaremos da morte física para a vida em espírito. Num abrir e piscar de olhos, no despertamento da consciência. E não há nada melhor do que a PRESENÇA DE DEUS!

 

Sim, eu já estive lá e sei do que estou falando.

 

 

RM

 

 



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4.27.2016

A PREGAÇÃO DA VERDADE, A BÍBLIA



As Escrituras quando pregadas exaltam o nome do Senhor. É impossível expor a Bíblia sem que o nome do Eterno seja glorificado. A Exposição das Escrituras aponta para o estado de miserabilidade do homem. A pregação da Bíblia revela quem somos, nossas incongruências, idiossincrasias e pecaminosidade, revelando-nos que fora de Cristo todos estão mortos em seus delitos e pecados.
As Escrituras quando pregadas trazem sobre a finitude humana, o poder infinito de um Deus Soberano proporcionando com isso o reascendimento da chama da esperança. A Palavra de Deus quando pregada traz remédio para a alma cansada, refrigério para o abatido, alento para o desesperançoso.

Calvino costumava dizer que as Escrituras Sagradas é o escudo que nos protege do erro. A Bíblia quando pregada nos traz orientações importantíssimas que se aplicadas em nosso cotidiano nos protegem das heresias e distorções teológicas propagadas pelos falsos profetas.

As Escrituras quando pregadas nos desafiam a viver como Cristo viveu. A Bíblia quando proclamada nos leva a desejarmos viver a vida cristã de forma santa, pura e abnegada.

A Bíblia quando pregada leva-nos a querer viver exclusivamente para a glória de Deus. As Escrituras quando proclamadas nos levam a uma santa ansiedade pelo glorioso dia em que o Rei dos reis e Senhor dos Senhores voltará para a sua igreja.

A Bíblia quando pregada reaviva nossa alma, aquece os corações, desperta-nos para oração, desafia-nos a intercessão enchendo nossos corações com o santo desejo de estar continuamente em sua santa presença.

É impossível interpretar a Bíblia corretamente sem a convicção de que toda a Bíblia é a Palavra de Deus. Nós não temos o direito de rejeitar certas partes da Bíblia porque elas se opõem às nossas tradições, opiniões, ou estilos de vida.


Renato Vargens

4.19.2016

SE CRERES VERÁS A GLÓRIA DE DEUS!




EU CREIO em um DEUS todo poderoso. Eu creio em um Deus onisciente, onipotente e onipresente. Eu creio que a oração de um justo, de um filho de Deus, eleito, chamado, escolhido, pode muito em seus efeitos! Eu creio que a oração pode barrar a ação do mal, pode impedir e frustrar os planos do diabo.

Eu creio que enquanto estou falando com DEUS, Ele está ouvindo! Eu creio que Ele me ama, eu creio que o sangue do Seu filho JESUS pagou por todos os meus pecados. Eu creio que sou salvo e que estarei eternamente com DEUS quando for a hora.

Eu creio que DEUS pode mudar qualquer situação. Eu creio que ELE pode restaurar, restituir, curar, livrar do mal.  Sim. Ele é o DEUS do impossível! Ele te perdoa, te livra do perigo, te cura de doenças físicas, mentais, espirituais. Ele te dá paz, alegria e ânimo. Ele te fortalece!

Eu creio em um DEUS que pode levantar o homem. Em um DEUS que pode dar forças. Eu creio em um DEUS que me fornece energia. Que clareia meus pensamentos, que acalma meu coração e que me prepara para qualquer situação.

Eu creio em um DEUS que vai onde eu não posso ir, que faz o que não posso fazer, que peleja por mim. Creio num DEUS que me arranca o medo, a angústia, que me tira da aflição. Creio na proteção divina contra toda feitiçaria, contra todo mal investido contra nós, pois Ele é o nosso escudo, nossa rocha, fortaleza, castelo forte, alto refúgio.

Acredito que assim como um pai quer o melhor para os seus filhos, assim DEUS é conosco. Ele nos livra de toda dor, de toda maldição, e o sangue de JESUS purifica todo e qualquer pecado.


RM


"Acredito em JESUS CRISTO, acredito em DEUS o PAI, acredito no SANTO ESPÍRITO, e que vida nova traz!"


Igual a Ti não há outro
É impossivel
Onde está quem o possa confrontar?
Invencível

Abriu o mar, parou o sol
E o universo com Ele insiste em brilhar
E se a noite me alcançar
Me lembrarei

Deus é mais forte que a morte
Ele vive pra sempre
Com Ele eu vou reinar
Eu quero viver
Eu só vou viver
Se for para Ele, por Ele

O Teu amor me fez novo
Oh, Rei da glória
Onde está o que possa de Ti me separar
Não há nada
Não há nada
Não há nada, não!

[LIVRES]










3.02.2016

Sim, você é pastor!



Talvez você não seja o pastor da sua igreja, da comunidade evangélica que frequenta. Mas isso não o exime de responsabilidade.
Você é o pastor da sua casa. Você é o pastor da sua família. Você é o pastor da sua sala na faculdade, você é o pastor aí no seu escritório, na sua empresa. Seu púlpito é aí onde você passa a maior parte do dia. Seu altar é aí onde Deus te colocou. Pessoas ao seu redor precisam ver Deus na sua vida. Através do seu exemplo, do seu caráter. Pessoas que moram com você, que estudam com você, que trabalham com você, que convivem com você, tem problemas existenciais, problemas de saúde, toda sorte de problemas. E elas precisam de aconselhamento. Esteja pronto para aconselhá-las, orar, interceder por essas vidas. Pela conversão, pela saúde, pelo entendimento do Evangelho, pela salvação delas.

Deus te escolheu, Deus te chamou para um propósito. Seja luz no mundo, seja o sal da terra, seja diferente sim. Você é um evangelista, um missionário no “campo”que está. Prepare-se. Estude a Palavra de Deus para que atue como um bom embaixador do Reino dos Céus. Não se prenda a interpretações particulares dessa ou daquela denominação, espalhe AMOR, ESPERANÇA, FÉ.

Seja bênção na vida de outras pessoas. Não envergonhe o evangelho, seja sábio, cuidado com o que fala, com o que faz. Sua vida é a Bíblia que eles lêem. Se te mostrares fraco no dia da tua própria provação, quão pequena será tua força! Pelo contrário, apresente ao mundo um Deus de graça e misericórdia, um Deus justo e amoroso.

RM  


2.05.2016

O Espiritismo é Cristão?

ESTUDO

O Espiritismo é Cristão?

Autor: Pastor Airton Evangelista da Costa


O espiritismo fala em “evangelizar”, em “consciência cristã”, em “espiritismo cristão”. Para sabermos se o espiritismo é ou não cristão, nada melhor do que fazermos o confronto de suas doutrinas com as do cristianismo.

Vejamos o que é ser cristão.

(1) “Cristão [do gr. Christhos, messias] – Aquele que vive de conformidade com os ensinamentos de Cristo. Não basta crer em Cristo para ser cristão; é necessário, antes de tudo, executar os mandamentos deixados por Ele. Os melhores cristãos são os que se parecem com Cristo. Foi em Antioquia que os seguidores de Cristo passaram a ser conhecidos como cristãos - At 11.26” (Dicionário Teológico, Claudionor C. de Andrade). (2) “Cristão [Do lat. Chrstianu] – Do, ou relativo ou pertencente ao cristianismo. Que o professa. Aquele que professa o cristianismo, que é sectário dele” (Dicionário Aurélio). “Cristão– Seguidor de Cristo - At 11.26” (Dicionário da Bible Online).

Em síntese, ser cristão é crer que Jesus é o Filho de Deus, o Verbo que estava no princípio com Deus e que era Deus, e que se fez homem e habitou entre nós (Jo 1.1,2,14; 3.18); é ser obediente aos Seus mandamentos (Jo 14.21); é ensinar o Evangelho que Ele nos ensinou (Mt 28.19-20); é crer que a Bíblia registra com fidelidade o Seu Evangelho (Jo 14.26); é crer que a Bíblia é a única regra de fé e prática (Jo 17.17; Rm 10.17; 2 Tm 3.16-17).

Escolhemos para análise comparativa os seguintes temas: a divindade de Jesus; Sua ressurreição; Suas aparições; Seu corpo; A Bíblia Sagrada, O Espírito Santo, o Juízo Final, a volta de Cristo e o arrebatamento da Igreja.

A Divindade de Jesus

O que ensina o cristianismo:
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. O Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (Jo 1.1,14). “Quem me vê a mim, vê o Pai” (Jo 14.9; cf. Jo 8.19). “Eu e o Pai somos um. Sendo homem, te fazes Deus a ti mesmo” (Jo 10.30-33). “Em verdade, em verdade eu vos digo: Antes que Abraão existisse, Eu Sou” (Jo 8.58). “E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.16; cf Mt 14.33; Lc 1.35; Jo 1.49). O título `O Filho de Deus´, não recusado por Jesus, designa uma relação eterna entre o Filho e o Pai na Deidade. O Verbo, isto é, o Filho, estava com Deus no princípio e era Deus. “Ele é considerado `Filho´, não porque em certo tempo começou a derivar Seu ser do Pai (em tal caso, Ele não poderia ser coeterno com o Pai), mas porque Ele é e sempre foi a expressão do que o Pai é (cf. Jo 14.9). As palavras em Hebreus 1.3: `O qual [Jesus], sendo o resplendor da sua glória [de Deus], e a expressa imagem da sua pessoa [de Deus], são definições do que significa Filho de Deus” (Notes on Galatians, de Hogg e Vine, pp.99,100, citado pelo Dicionário VINE).

O que ensina o espiritismo:
“Esta passagem dos Evangelhos [Jo 1.1,14] é a única que, à primeira vista, parece encerrar implicitamente uma idéia de identificação entre Deus e a pessoa de Jesus. Não exprimem senão uma opinião pessoal [de João]. Jesus pode, pois, estar encarregado de transmitir a palavra de Deus sem ser Deus” (Obras Póstumas, Alan Kardec, 1993, 1a edição, p. 145 e 146).

Apresentamos acima apenas algumas passagens em que a divindade de Jesus está explícita ou implícita. Há outras em que Ele perdoa pecados e garante a salvação (Lc 23.43), aceita a adoração que somente a Deus é devida (Mt 4.10; 8.2; 14.33; Jo 9.35-39), não recusa ser chamado de Deus (Jo 20.27-29), e diz que tem direito à mesma honra que é prestada a Deus (Jo 5.23-24). Qual a prova de que o que o apóstolo João escreveu foi apenas opinião pessoal? Todos os quatro evangelistas deram opiniões pessoais, sem valor? Não. A Bíblia é a palavra de Deus, e foi escrita sob inspiração divina (1 Jo 1.1-3). A sinceridade e a verdade de suas palavras decorrem da condição testemunhas oculares. Não emitiram apenas uma opinião pessoal. Eles acompanharam o Mestre em todo o Seu ministério, do início da pregação do Evangelho até Sua ascensão. Pedro é incisivo: “Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas, mas nós mesmos vimos a sua majestade” (2 Pe 1.16). Os apóstolos não defenderam teses; falaram de fatos reais por eles presenciados.

A Ressurreição de Jesus

O que ensina o cristianismo:
“Mas, depois de eu ressuscitar, irei adiante de vós para a Galiléia” (Mt 26.32; Mc 14.28 = Jesus). “E o entregarão [o Filho do homem] aos gentios para que dele escarneçam, e o açoitem, e crucifiquem, e ao terceiro dia ressuscitará” (Mt 20.19 = Jesus). “Derribai este templo, e em três dias o levantarei” (Jo 2.19 = Jesus). “Quando, pois, ressuscitou dos mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isso” (Jo 2.22). “Desde então, começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muito dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia” (Mt 16.21). “Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como tinha dito. Vinde e vede o lugar onde o Senhor jazia. Ide, pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dos mortos” (Mt 28.6-7). “Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos” (Rm 14.9). Vejam o que o Apóstolo diz: “E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Co 15.4); “Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos...por Tiago, por todos os apóstolos, por mim” (vv.6,7,8). Em tom de repreensão, prossegue: “Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também vã a nossa fé...mas de fato Cristo ressuscitou entre os mortos e foi feito primícias dos que dormem” (vv.12-20). O significado de ressuscitar: “Fazer voltar à vida. Tornar a viver, após ter morrido” (Mini Dicionário Aurélio).

O que ensina o espiritismo:
“A reencarnação fazia parte dos dogmas dos judeus, sob o nome de ressurreição.... Designavam pelo termo ressurreição o que o Espiritismo, mais judiciosamente, chama de reencarnação. A ressurreição dá idéia de voltar à vida o corpo que já está morto, o que a Ciência demonstra ser materialmente impossível, sobretudo quando os elementos desse corpo já se acham desde muito tempo dispersos e absorvidos” (O Evangelho Segundo o Espiritismo (E.S.E.), Allan Kardec, cap. IV, item 4).

Os fatos comprovam que Jesus ressurgiu dos mortos, ou seja, ressuscitou corporalmente, voltou a viver. Se os discípulos tinham alguma dúvida sobre o assunto, após a ressurreição de Jesus tudo ficou esclarecido. A partir daí, passaram anunciar, não o Cristo morto, mas o Cristo vivo: “Aos quais também [aos apóstolos], depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias e falando do que respeita ao Reino de Deus” (At 1.3). Esses homens falaram com a inquestionável autoridade de quem viu, ouviu e tocou: “O que era desde o princípio, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida, o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos...” (1 Jo 1.1,3).

As Aparições de Jesus

O que ensina o cristianismo:
“E eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito. E Jesus lhes disse: Por que estais perturbados e por que sobem tais pensamentos aos vossos corações? Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo. Apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. Tendes aqui alguma coisa que comer? Então eles apresentaram-lhe parte de um peixe assado, e um favo de mel. O que Ele tomou, e comeu diante deles” (Lc 24.37-43). “Jesus disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente” (Jo 20.27).

O que ensina o espiritismo:
“As aparições de Jesus depois de sua morte são narradas por todos os evangelistas com detalhes circunstanciados que não permitem duvidar da realidade do fato. Aliás, elas se explicam perfeitamente pelas leis fluídicas e pelas propriedades do perispírito, e nada apresentam de anômalo... Reconhece-se nelas [nas aparições] todos os caracteres de um ser fluídico. Aparece inopinadamente e desaparece da mesma forma; é visto por uns e por outros sob aparência, que não o fazem reconhecido, nem mesmo por seus discípulos. Sua linguagem não tem a vivacidade de um ser corporal; tem o tom breve e sentencioso... Jesus mostrou-se, pois, com seu corpo perispiritual, o que explica não ter sido visto por aqueles a quem desejava mostrar-se; se estivesse em seu corpo carnal, teria sido visto por todos, como quando era vivo” (A Gênese, Allan Kardec, 14a edição, 1985, cap XV-61, p. 300/301).
“Depois de sua ressurreição, quando ele quis deixar a Terra, não morre; seu corpo se eleva, se desvanece e desaparece sem deixar nenhum sinal, prova evidente de que esse corpo era de outra natureza que não aquele que pereceu sobre a cruz; de onde será forçoso concluir que se Jesus pôde morrer, é que tinha corpo carnal” (Ibidem, p. 303-304).

Não ficou bem clara a posição de Allan Kardec a respeito do corpo carnal de Jesus. Se o corpo ressurreto “era de outra natureza”, isto é, diferente do que foi crucificado, é forçoso perguntarmos onde foi parar o corpo carnal. Ora, o próprio autor da tese espírita declara que Jesus “tinha corpo carnal”. Eis suas explicações:

“O desaparecimento do corpo de Jesus após sua morte foi objeto de numerosos comentários... Uns viram neste desaparecimento um fato milagroso; outros supuseram uma remoção clandestina. Segundo outra opinião, Jesus não teria jamais revestido um corpo carnal, mas somente um corpo fluídico...e dizem que assim se explica que seu corpo, retornado ao estado fluídico, pôde desaparecer do sepulcro, e foi com este mesmo corpo que ele se teria mostrado depois de sua morte. Sem dúvida, um fato destes não é radicalmente impossível...A questão é, pois, de saber se tal hipótese é admissível, se ela é confirmada ou contraditada pelos fatos” (Ibidem, cap XV-64, p.302-303).

Após mostrar-se simpatizante da idéia segunda a qual Jesus nunca teve um corpo carnal – “sem dúvida, um fato destes não é radicalmente impossível” - , o autor de A Gênese conclui que “Jesus teve, pois, como todos, um corpo carnal e um corpo fluídico, o que é confirmado pelos fenômenos materiais e pelos fenômenos psíquicos que assinalaram sua vida” (Ibidem, cap XV-66, p. 304).

Analisemos:

O espiritismo afirma que Jesus não foi reconhecido e não foi visto em suas aparições por tratar-se de um “ser fluídico”. O que diz o cristianismo:

“Abriram-se-lhes os olhos [de dois discípulos a caminho de Emaús], e o conheceram...” (Lc 24.31). Jesus, aos onze discípulos: “Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (Lc 24.39). Jesus não se declara como um “ser fluídico”, um perispírito ou um fantasma. Jesus foi reconhecido por Maria Madalena (Jo 20.16); reconhecido por Tomé: “Porque me viste, Tomé, creste” (Jo 20.27-29); reconhecido por alguns discípulos junto ao mar de Tiberíades: “E nenhum dos discípulos ousava perguntar-lhe: Quem és tu? sabendo que era o Senhor” (Jo 21.12); e “foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos...” (1 Co 15.6).

O espiritismo diz que a linguagem de Jesus, nas aparições, “não tem a vivacidade de um ser corporal; tem o tom breve e sentencioso...”. O que diz o cristianismo:

Jesus conversou demoradamente com os dois discípulos a caminho de Emaús (Lc 24.15-31), com seus discípulos (Lc 24.36-51), com sete discípulos que estavam pescando, ocasião em que deu várias orientações a Pedro (Jo 21.1-23). Em nenhuma hipótese podemos considerar que não houve vivacidade nas palavras de Jesus, ou que seu tom fora breve e sentencioso.

O espiritismo diz que Jesus mostrou-se com o seu “corpo perispiritual”. O próprio Jesus responde: “Espírito [ou perispírito] não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (Lc 24.39).

O Corpo de Jesus

O que teria acontecido com o corpo carnal de Jesus? O espiritismo afirma que ele tinha um corpo carnal e um corpo fluídico, como todos os homens têm. Entendo que isto seja traduzido como corpo e espírito. O espírito, na Sua morte, foi entregue ao Pai (Lc 23.46). O Seu corpo foi guardado no sepulcro (Lc 23.53). O espiritismo não firma uma posição sobre o assunto. Apenas informa que o “desaparecimento do corpo de Jesus após sua morte foi objeto de numerosos comentários”; que os evangelistas declaram que o corpo não foi encontrado no sepulcro; que uns viram nisso um fato milagroso; outros supuseram uma remoção clandestina (A Gênese, cap. XV-64, p. 302).

O cristianismo afirma que o corpo de Jesus foi muito bem guardado por soldados fortemente armados, e a entrada do sepulcro foi fechada com uma pedra que recebeu o selo imperial romano (Mt 27.64-66). Por se tratar de algo completamente fora de cogitação, não prosperou a mentira dos judeus sobre o furto do corpo (Mt 28.11-15). A resposta para o “desaparecimento” do corpo é simples: (1) “Desde então, começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muito dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia” (Mt 16.21); (2) O Filho do homem “ressuscitará ao terceiro dia” (Mt 20.19; Lc 9.22). A ressurreição corporal de Jesus é a essência do cristianismo. Por fim, ouçamos o apóstolo Paulo:
“Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi; que Cristo foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e que foi visto por Cefas e depois pelos doze. Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos... Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos. E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também vã a nossa fé. Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem” (1 Co 15.3-20).

A Bíblia Sagrada

O que ensina o cristianismo:
“Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17 = Jesus). “Eles [os irmãos do rico que estava em tormentos] têm Moisés e os profetas; ouçam-nos” (Lc 16.29 = Jesus). Jesus validou o Pentateuco e os Livros Proféticos. “Não penseis que vim destruir a Lei ou os profetas; eu não vim destruir, mas cumprir; nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido” (Mt 5.17,18). “Toda a Escritura divinamente é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2 Tm 3.16-NVI). Paulo está dizendo que a Bíblia é o padrão para nossa vida cristã, nossa bússola, nossa regra de fé. “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mt 22.29 = Jesus). Para o cristão é fundamental conhecer a Bíblia. O Apóstolo não deixa por menos: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2.15).

O que ensina o espiritismo:
“Diremos, pois, que a Doutrina Espírita, ou o Espiritismo, tem por princípio as relações do mundo material com os Espíritos, ou seres do mundo invisível. Os adeptos do Espiritismo serão os espíritas ou, se se quiser, os espiritistas. O Livro dos Espíritos contém especialmente a doutrina ou teoria do espiritismo que, num sentido geral, pertence à escola espiritualista, da qual apresenta uma das fases” (O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, 1997, Introdução, p. 11).

Allan Kardec está ensinando que os adeptos do espiritismo deverão ser chamados “espíritas” ou “espiritistas”, e que a doutrina espírita está contida em O Livro dos Espíritos, isto é, não está na Bíblia. Continua Kardec:

“Muitos pontos dos Evangelhos, da Bíblia e dos autores sacros em geral são ininteligíveis, parecendo alguns até disparatados, por falta da chave que faculte se lhes aprenda o verdadeiro sentido. Essa chave está completa no Espiritismo... As instruções que promanam dos Espíritos são verdadeiramente as vozes do céu que vêm esclarecer os homens e convidá-los à prática do Evangelho” (E.S.E. introdução, 90a edição, p. 27,28).

A prática do Evangelho via pregação do espiritismo é inteiramente inviável, como se vê no confronto das duas doutrinas. A “chave” para facilitar o entendimento dos evangelhos teria chegado com um atraso de muitos séculos. As Boas Novas foram trazidas pelo Verbo encarnado, e a Igreja recebeu a missão de dar prosseguimento à obra (Mt 4.23; Mt 11.5; 24.14; 26.13; Mc 16.15). O Apóstolo advertiu os gálatas das investidas dos que “querem transtornar o evangelho de Cristo”. Não usa de meias palavras: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, que seja amaldiçoado. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo” (Gl 1.7,8,12). O esclarecimento do evangelho não teve início nos tempos modernos através dos “espíritos”. Paulo começou a ensiná-lo e a esclarecê-lo há quase dois mil anos. Até hoje as cartas paulinas são orientação segura para cristãos do mundo inteiro. A Bíblia foi escrita por homens tementes a Deus e conscientes de suas responsabilidades:

“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder... falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério... Deus no-las revelou [as coisas ocultas] pelo seu Espírito, porque o Espírito penetra todas as coisas... falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando coisas espirituais com as espirituais” (1 Co 2.4,7,10,13). E prossegue, respondendo aos incrédulos: “Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus; antes, falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus” (2 Co 2.17).

Jesus comissionou seus apóstolos como mestres, considerados por Ele capazes de dar continuidade ao ensino do evangelho: “Ide...ensinando...e eis que estou convosco” (Mt 28.19-20). Os apóstolos receberiam o auxílio sobrenatural do Espírito Santo. “O Espírito Santo vos ensinará todas as coisas”, vos guiará em toda a verdade” (Jo 14.26, 16.13). Não a verdade científica ou filosófica, mas toda a verdade de Cristo. Não confundamos Espírito Santo com espíritos desencarnados. O ensino do evangelho puro começou a ser ensinado pelos discípulos logo após a ascensão de Jesus (At 2.14). Portanto, não foi uma legião de espíritos que surgiu em socorro aos discípulos para que melhor entendessem o evangelho.

O Espírito Santo

O que ensina o cristianismo:
“E rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo 14.16). A palavra “outro”, traduzida do grego “allon”, significa “outro da mesma espécie”; e “consolador”, do grego “parakletos”, tem o sentido de “alguém chamado para ficar ao lado de outro para o ajudar”. Jesus explica quem é o Consolador: “Aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito” (Jo 14.26). O Espírito Santo é o que nos convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8).
O Consolador é o Espírito de Juízo (Is 4.4); Espírito de Sabedoria, de Conselho, de Inteligência, de Poder (Is 11.2); Espírito do Senhor (Is 61.1); Espírito de Deus (Mt 3.16); o Espírito da Verdade (Jo 14.17); Espírito de Santidade (Rm 1.4); Espírito de Vida (Rm 8.32); Espírito do Filho (Gl 4.6); Espírito Eterno (Hb 9.14); Espírito de Graça (Zc 12.10). o Espírito da Profecia (Ap 19.10). Seus atributos são os mesmos da Divindade: eternidade (Hb 9.14); onipresença (Sl 139.7-10); onipotência (Lc 1.35); onisciência (1 Co 2.10).

O que ensina o espiritismo:
“Jesus promete outro Consolador: o Espírito de Verdade, que o mundo ainda não conhece, por não estar maduro para o compreender, consolador que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para relembrar o que o Cristo há dito... O Espiritismo vem, na época predita, cumprir a promessa do Cristo: preside ao seu advento o Espírito de Verdade. Ele chama os homens à observância da lei: ensina todas as coisas fazendo compreender o que Jesus só disse por parábolas... O Espiritismo vem trazer a consolação suprema aos deserdados da Terra... Assim, o Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança” (E.S.E., cap. VI, itens 3 e 4, p. 134-135).

No particular, a palavra do espiritismo destoa totalmente do ensino de Jesus. Se fôssemos esperar o ensino espírita para podermos compreender o que Jesus nos revelou, teríamos perdido dezenove séculos, levando em conta que O Livro dos Espíritos foi publicado em 1857.

O Juízo Final

O que ensina o cristianismo:
“Aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27). Esta palavra é uma pedra no caminho da reencarnação porque contesta a teoria de muitas mortes e muitos nascimentos e assegura que após a morte segue-se o juízo. (2) “O Senhor sabe livrar os piedosos da provação e manter em castigo os ímpios para o Dia do Juízo” (2 Pe 2.9). (3) “Uma certa expectação horrível de juízo” (Hb 10.27). (4) “Para a ressurreição da condenação” (Jo 5.29). (5) “Mas eu vos digo que de toda palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no Dia do Juízo” (Mt 12.36 = Jesus). (6) “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo” (2 Co 5.10) (7) “E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras” (Ap 20.12). No final dos tempos, os ímpios ressuscitarão e serão condenados ao castigo eterno (Jo 5.29; Ap 20.5). “E aquele que não foi achado escrito no livro da vida [do Cordeiro] foi lançado no lago de fogo” (Ap 20.15; 13.8). A salvação ocorre pela graça, mediante a fé na Pessoa do Senhor Jesus Cristo (Ef 2.8-9, cf. Jo 3.18 e Rm 10.9).

O que ensina o espiritismo:
“A doutrina de um julgamento final, único e universal, que coloca fim a toda a humanidade, repugna à razão, no sentido em que ela implicaria a inatividade de Deus durante a eternidade que precedeu a criação da Terra, e a eternidade que se seguirá à sua destruição; Não há, pois, falando corretamente, julgamento final, mas há julgamentos gerais, em todas as épocas de renovação parcial ou total da população dos mundos...” (A Gênese, cap. XVII-64, 67, p. 342-343). “Deus dá ao homem oportunidade nas novas existências, a fim de reparar os erros passados” (O Livro dos Espíritos, quesito 964, p.318). “O fim da reencarnação é o melhoramento progressivo da Humanidade” (Ibidem, quesito 167). “As encarnações sucessivas são sempre muito numerosas, porque o progresso é quase infinito”; “Depois da última encarnação, o Espírito se torna feliz, e é considerado um Espírito puro” (Ibidem, quesitos 169 e 170, p. 94/95).

O Juízo Final não significa extermínio da humanidade. Deus é Deus dos vivos. O espiritismo não considera a verdade bíblica da ressurreição. Ora, como Jesus disse, os salvos ressuscitarão para viverem eternamente com Deus (Jo 5.29). Como vimos, ao ensinar que todos terão a mesma oportunidade de atingir a perfeição, o espiritismo nega a realidade bíblica do Juízo Final. Vale lembrar as palavras do Mestre, em oposição a tal ensino: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt 25.41).

A Volta de Cristo e o Arrebatamento da Igreja

O que ensina o cristianismo:
O cristianismo ensina que o Senhor Jesus voltará para buscar a sua Igreja, a partir do que terão início os demais acontecimentos escatológicos que culminarão com o Juízo Final. Jesus nos garantiu: "E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei para mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também" (Jo 14.3). "Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós" (Jo 14.18). "Aquele que testifica estas coisas diz: certamente, cedo venho" (Ap 22.20). Palavras de dois anjos: "Esse Jesus, que dentre vós foi recebido no céu, há de vir, assim como para o céu o vistes ir" (At 1.11). Jesus fala do arrebatamento: "E ele enviará os seus anjos, com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos..."(Mt 24.31; cf. 1 Ts 4.13-18).

O que ensina o espiritismo:

“Jesus anuncia seu segundo advento [a Sua volta], mas não diz que virá sobre a terra com um corpo carnal, nem que o Consolador será personificado nele” (A Gênese, cap. XVII-45, p.334). “Este quadro [Mt 24.15-22; 6-8; 11-14; 29-34; 37-38] do fim dos tempos é evidentemente alegórico como a maior parte dos que Jesus apresenta. As imagens que ele contém são, por sua energia, de molde a impressionar as inteligências ainda subdesenvolvidas. O Filho do homem vindo sobre as nuvens do céu, com grande majestade, rodeado de seus anjos e com o ruído das trombetas, lhes parecia muito mais imponente que um ser investido apenas de poder moral” (Ibidem, XVII-54, p. 338).


No entender de Kardec, Jesus foi a “segunda revelação de Deus” (E.S.E., cap I-6, p. 59) e que veio em missão divina nos ensinar a elevada moral evangélica. Logo, Suas palavras têm uma significativa importância para o espiritismo. Deveriam ter, pois a Sua promessa de retornar é inconfundível. A Sua vinda e o conseqüente “resgate” dos seus são promessas bastante claras: “Eu virei outra vez e vos levarei para mim mesmo”. As vezes em que Jesus falou em parábolas foi para transmitir através delas uma realidade espiritual, e não uma inverdade. O arrebatamento da igreja, incompatível com a teoria da reencarnação, não é uma palavra figurativa. Jesus levaria para Si pessoas que ainda não completaram o ciclo de encarnações? Como ficariam na vinda de Jesus os espíritos ainda sujeitos a novas vidas corpóreas para expungir suas impurezas? A verdade do cristianismo é que os que morreram em Cristo estão salvos; não dependem de sacrifícios pós-morte (Lc 16.22; cf. 1 Ts 4.16-17).
Jesus possui “apenas poder moral” e por isso teria criado um quadro majestoso, imaginário e irreal de Seu retorno? Vamos ver se o Seu poder é assim limitado: Ele andou sobre as águas; transformou água em vinho; curou leprosos, cegos e paralíticos; perdoou pecados; multiplicou pães e peixes; expulsou demônios; predisse sua própria ressurreição ao terceiro dia, e ainda afirmou que “todo o poder me é dado no céu e na terra” (Mt 28.18).



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