Eu sou o que a bíblia diz que eu sou
Eu tenho o que a bíblia diz que eu tenho
Eu vou onde a bíblia diz que eu vou
Nós Somos O Que a Bíblia Diz que Somos
Salvos, Filhos do Deus Vivo, Sal da Terra, Luz do Mundo, Geração Eleita, Nação Santa, Povo Adquirido, Sacerdócio Real, Raça Eleita, Povo de Propriedade Exclusiva de Deus, Co-Herdeiros de Deus, Mais do que Vencedores, Predestinados, Escolhidos, Chamados, Justificados, Glorificados, Revestidos, Transformados, Templos do Espírito Santo, Pedras Vivas, Peregrinos na Terra (Estrangeiros), Cidadãos do Céu, Embaixadores de Cristo, Testemunhas do Evangelho (Porta-Voz das Boas Novas), Adorador, Intercessor, Reto (Direito), Vaso nas Mãos do Oleiro, Instrumento de Deus, Obreiro da Casa de Deus, Ajudador/Voluntário na Igreja Local, Evangelista, Missionário ou Pastor de Ovelhas, Profeta, Santuário do Espírito Santo, Selados, Nascidos do Espírito, Santo (Separado), Soldados do Exército de Jesus, Servo, Varão Valoroso, Pescador de Homens, Discípulo, Imitador/Seguidor do Mestre, Um Ser Espiritual que vive temporariamente num corpo carnal, mas quando Ele se manifestar, seremos Semelhantes a Ele, Semelhantes aos Anjos, em Novos Corpos, Transformados/Revestidos e Imaculados.
Nós Temos o Que a Bíblia Diz Que Temos
Graça (Favor Imerecido), Comunhão com Deus (Livre Acesso), Testamento (Sua Palavra), Frutos do Espírito (Amor, Alegria, Paz, Ânimo/Coragem, Benignidade Interior, Bondade Exterior, Fidelidade, Mansidão, Domínio Próprio), Dons Espirituais (Veja Lista Abaixo), Revestimento de Poder, Unção, Proteção Divina, Anjos para nos guardar, Amizade de Deus, Livramentos, Escape, Um Advogado (Jesus) e um único Juíz (Jeová), Uma Vida Digna, Paz Que Excede Todo o Entendimento, Curas, A Espada do Espírito (A Bíblia), Vitórias, Um Pai de Amor e Misericórdia, Controle Total da Minha Vida por Deus, Revelações (Sonhos e Visões), Prosperidade, Bênçãos, Morada Eterna (Um lugar no Paraíso/Céu), O Rei dos Reis, O Caminho, a Verdade e a Vida, O Espírito Consolador, a Salvação, a Vida Eterna!
Nós Vamos Para Onde a Bíblia Diz que Vamos
Em vida: Pregar o Evangelho a Toda a Criatura por este Mundo (Ganhar Almas), Proclamar a Libertação aos Cativos, a Cura aos Enfermos e a Expusão de Demônios, Batalhar pela FÉ que de uma vez por todas foi dada aos Santos (Em Prol da Causa do Evangelho na Terra).
Quando o Coração Parar de Bater?
Seio de Abraão, o Paraíso, o Éden, a Nova Jerusalém Celestial, a Nova Terra, o Céu, vou direto para a Presença de Deus, para os braços de JESUS e para sempre Estarei em PAZ.
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*Dons (Carismas) Espirituais:
Não confundir com "talentos naturais"
Romanos 12 menciona os seguintes dons espirituais:
a) Profecia (pregação da palavra/ministração ou declaração inspirada/revelações, sonhos e visões)
b) Serviço (ministério/despenseiros/diaconia/habilidades manuais)
c) Ensino (comunicação de princípios bíblicos)
d) Exortação (estímulo à fé, encorajamento)
e) Contribuição (doação, generosidade)
f) Liderança (autoridade, governo)
g) Misericórdia (compaixão, simpatia, consolo, bondade, hospitalidade, socorro)
I Coríntios 12 adiciona:
h) Sabedoria (conselho sábio, palavra sábia)
i) Conhecimento ou Ciência (falar com propriedade, habilidade, inteligência)
j) Fé (crer na intervenção divina)
k) Cura (sarar mágoas e doenças físicas)
l) Milagres (realização de grandes feitos)
m) Discernimento de espíritos (percepção espiritual)
n) Línguas (falar em línguas nunca aprendidas)
o) Interpretação de línguas (tradução compreensiva)
p) Exorcismo (expulsão de demônios)
q) Administração (governo, presidência, organização)
r) Mártir (morrer se preciso)
Efésios 4 adiciona:
s) Evangelista (missionário, pregador da salvação em Cristo)
t) Pastor (ministrar ao povo de Deus, a famílias, tratar ovelhas)
1 Timóteo 2.1 e 2 adiciona:
u) Dom de Oração (intercessões/ações de graças/gratidão)
Salmos 150.3 a 5 adiciona:
v) Louvor/Música (com a voz/com instrumentos)
Mateus 19.12 adiciona:
x) Castidade ("se fazer eunuco"/não casar/celibato)
Tanto a "vara" como o "cajado" eram instrumentos usados pelo pastor para proteção das ovelhas. O pastor tinha que ser hábil para manejar tanto um quanto o outro. Com sua arma de trabalho nas mãos, o pastor é o único protetor das ovelhas contra os inimigos naturais (lobos, leões, ursos, chacais, e principalmente, ladrões) do rebanho. O cajado e a vara são instrumentos de bênção para as ovelhas, mas de juízo para os predadores.
•Simbolicamente, cajado e vara na Bíblia simbolizam:
1.O uso correto das Escrituras e capacidade para defender "a fé uma vez dada aos santos" (Judas 3).
2.O amor às ovelhas e o cuidado com elas (At 20.28); instrumento de paciência para reconduzir aquelas que porventura se desviem (Gl 6.1), firmeza doutrinária para ensinar, admoestar e repreender (1Tm 4.12-13), fixando sempre com objetivo final, o santo "arrependimento" dos que erram;o "despertar" dos que estejam sendo enganados (2Tm 2.24-6); defendo sempre ser usado por um pastor "manso para com todos".
3.Alguns irmãos se queixam amargamente de serem tratados com rispidez, desprezo e total desamor por pastores e líderes que invocam sua "autoridade" eclesiástica através de gritos, maus tratos, rispidez e torturas psicológicas.
4.O pastor é um servo das ovelhas, ele não pode ser iracundo com os membros da Igreja, impaciente e incapaz de ouvir suas dúvidas, queixas e lamentos. Paulo em 1Tm 5.1-2 nos exorta à correta postura para com os irmãos em Cristo (veja o texto).
5.O cajado do pastor não pode ser usado para esbordoar e matar as ovelhas. Pastores que maltratam, esbordoam e matam as ovelhas não são pastores de Cristo, mas são açougueiros de satanás.
I.O QUE É A VARA OU CAJADO?
1.A vara é um pedaço de pau curto, era uma arma de defesa ou disciplina, que simboliza a força, o poder e autoridade de Deus.
2.O cajado é uma vara longa, tendo um gancho numa das extremidades que serve para trazer a ovelha para perto do pastor, para guiá-la no caminho certo, ou para removê-la de uma situação de perigo.
3.O cajado era o emblema significativo de um povo peregrino numa atitude de apoio em qualquer coisa que estava fora de si mesmos. Que característica preciosa! Prouvera a Deus que fossem vistos em cada membro da família dos Seus remidos, o patriarca apoiado em seu cajado.Pela fé Jacó, próximo da morte, abençoou cada um dos filhos de José, e adorou encostado à ponta do seu bordão [Hb11:21].
4.JESUS CRISTO o nosso Supremo-Pastor que está sempre pronto a corrigir e a trazer aquelas ovelhas que, por ventura, estejam indo por caminhos tortuosos. Jesus disciplina as ovelhas que precisam de orientação, consolação e cura.
"O Salmo 23 ensina-nos que a presença do Pastor com seu cajado e vara amorosa nos trás muitos benefícios:
1.Para a nossa solidão, ele oferece companheirismo; "Tu estás comigo"
2.Para o nosso cansaço, refrigério; "Tu me guia e refrigera a alma"
3.Para o nosso erro, a correção; "Tua vara e cajado me consola e encoraja".
4.Para o nosso terror, plena segurança; "Ao teu lado não a Medo".
5.Para as nossas necessidades; alimento, coragem e animo; "Tu és meu Anfitrião"
6.Para o nosso senso de transitoriedade, uma garantia de um eterno lar; "Tu me faz habitar na Tua Casa eternamente"
7.Para as nossas debilidades: "Tua bondade e misericórdia".
II. O SENHOR E PASTOR DO CAJADO.
a.A metáfora do pastor é muito comum no Antigo Oriente, e era geralmente aplicado às divindades; o deus sumério, Enlil, é chamado de "o pastor fiel", e o deus sol Utu é chamado "o pastor compassivo"; na Babilônia Marduk é referido como um "pastor fiel" e "pastor de todos os deuses;" e finalmente, o deus semítico sol Utu/Shamash é chamado o "pastor do mundo inferior, guardião do mundo superior" pelos mesopotâmicos. De fato, a história nos mostra que os antigos dirigentes eram representantes dos deuses de suas nações e eram descritos como legítimo pastores de seu povo. Assim era chamado o rei Hamurábi da Babilônia. A metáfora " pastor" era também a chave para o título real para muitos reis assírios, tais como Shalmaneser, Tiglath-Pileser I, Assurnasirpal, Sarson II, Senacherib, e outros. [ Cf. VANCIL, J. W., "Sheep/Shepherd", in The Anchor Bible Dictionary, ed. David Noel Freedman, 6 vol. New York: Doubleday, 1992, 5: 1188].
b.Mesmo no Egito, um dos símbolos divinos de liderança era o cajado do pastor. Os pastores usavam as varas para cutucar através de fendas nas cavernas e assustar os escorpiões e cobras. [No texto de Mq 7,17 temos a imagem de serpente saindo tremendo dos seus abrigos para YHWH [Cf. DAVIS, J. The Perfect Shepherd: Studies in the 23 Psalm. Michigan: Baker House, Grand Rapids, 1979, p. 100].
c.Na Grécia: Na Ilíada e da Odisséia, navio capitães são chamados de "pastores de navios". Eurípides refere-se a um governante de uma cidade como um "bravo pastor." Platão usa o pastor na analogia para definir a justiça na República, usando para simbolizar o trabalho de um bom governante.
Essas informações têm sentido em relação ao nosso texto e podemos confirmá-las em Jr 49,19 e 50, 44, onde Deus pergunta: "qual é o pastor que poderá se levantar contra mim?" A analogia está clara, e ela torna-se mais clara por causa de nosso desamparo e nossa tendência a vaguear perdidos, daí a nossa necessidade de um bom pastor. Com essa mesma perspectiva, o texto de Naum refere-se ao rei da Assíria e seus dirigentes com pastores.
•Você conhece o Pastor do Salmo 23?
Davi, diz: o Senhor é meu pastor, e não o pastor é meu Senhor; pois, quem não tem Yahweh como Senhor também não tem os benefícios de seu Pastoreio. O Pastor não é apenas divino, mas também é um Pastor pessoal e individual. Veja o pronome positivo: meu Pastor. Tragicamente, enquanto tudo isso que foi dito sobre o Pastor seja verdadeiro, se ele não for "meu Senhor, Ele nunca será meu Pastor", então estarei sempre sentindo falta de algo. Um coração vazio de Deus busca saciar suas necessidades em outros pastos (mundanismo, badalações, drogas, sexo), mas não pode encontrar "pastos verdejantes", "águas de descanso", e um "cálice (vida) transbordante". Por isso é que ele não é chamado um pastor, nem o pastor, mas antes "meu Pastor". É lamentável que haja tantos "cristãos" que conhecem o salmista Davi, outro tanto, podem recitar todo o salmo, mas poucos são os que conhecem o Senhor como Pastor pessoalmente.
•Davi expõe a metáfora bíblica do Pastor com relação ao Deus de Israel, Yahweh, por que esta figura é mais preferível a qualquer outra. A freqüente utilização da palavra "pastor" é indicada nas Escrituras para indicar um supervisor espiritual (Sl 23:1, 80:1; Ec 12:11; Isaías 40:4; 63:14; Jer 31:10; Ez 34 : 23; 37:24; Jo 21:15-17; Ef 4:11; 1 Pe 5:1-4). "Ovelhas sem um pastor" tipificam indivíduos ou nações que não tinham o amparo de Deus por causa de suas apostasias ou abominações pecaminosas (Nm 27:17; 1 Rs 22:17, 2 Cro 18:16; Ez 34:5,8; Zc 10:2; Mt 9:36; Mc 6:34). Jesus é o Bom Pastor (Jo 10:14); Supremo Pastor (1 Pe 5:4); o Grande Pastor (Hebreus 13:20).
•O Deus de Israel é o Pastor de Seu povo (Sl. 23; Is. 40:11; 49:9,10; Jer. 23:3,4; Ez. 34:11,12,23). Alusões sobre a providencia de Deus como Pastor de Israel aparando contra o calor e ao frio (Gen. 31:40), a necessidade da Sua presença nos ataques das bestas (1 Sm. 17:34 ; Is. 31:4; Am 3:12), frustrando os ladrões (Gen. 31:39). Davi era um pastor que se vestia com humildes trajes (Jer. 43:12); tinha uma alimentação simples (1 Sm. 17:40); possui habilidade com o estilingue para afastava os inimigos e orientar o rebanho; o pastor, quando longe de casa, tinham a sua luz tenda (Canção 1:8), facilmente desmanchado e deslocados (Isa. 38:12). Torres foram erguidas por vezes para espionar um adversário afar off, e para guardarem o rebanho (2 Chr. 26:10; 27:4, comparar "torre de EDAR," Gen. 35:21; Miquéias 4:8).
O Pastorado era uma profissão perigosa. Predadores, sob a forma de animais selvagens ou ladrões, eram abundantes e rotineiros no dia a dia da vocação pastoral. Contra estes predadores um pastor tinha de ser constantemente vigilante (Gn 31:39; Amós 3:12; Isaías 11:6; Jer 5:6; João 10:12). Confrontados com uma dessas ameaças contra o rebanho, os "pastores" contratados (que não são pastores mais mercenários) sempre optavam por guardar as suas próprias peles, antes que arriscar-se em defesa das ovelhas (João 10:11-13). Jesus, disse: "eles fogem porque não são pastores! O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas". Ou seja, o pastor de Deus sabe que está designado ao auto-sacrifício, não podendo haver dúvidas quanto aos perigos, sofrimentos e adversidades da vocação.
"John Bunyan nos diz: "As aflições são governadas por Deus, tanto na duração quanto no número, na natureza e na medida. Nosso tempo, e as nossas condições no tempo que temos estão nas mãos de Deus, sim, do mesmo modo que nossas almas e corpos, para serem mantidos e preservados do mal enquanto o cajado de Deus está sobre nós."
Certa vez ouvir um sábio pastor dizer: O bom pastoreio inclui os pés calejados do pastor, sua habilidade de usar tanto o cajado quanto a vara (a capacidade de discernir juntamente com a habilidade de comunicar orientações vitais para desafiar, repreender e chamar pessoas ao arrependimento) e a coragem de enfrentar os predadores do rebanho; tais qualidades são sine qua non ao bom ministro de Deus.
Acima de tudo, o bom pastoreio é um trabalho que vem do coração de Cristo para o coração do pastor, e depende muito do relacionamento íntimo que existe entre Cristo e seu pastor, bem como do pastor com o rebanho que ouvem a voz dele e o seguem. "As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem" (Jo 10.27). O pastor fiel adestrará as ovelhas a discernirem e concentrarem-se na voz de Jesus, e não usará do cajado como instrumento de auto-realização ministerial.
As principais funções de um pastor fiel a Deus e as ovelhas são orientar, dar comida e água, proteger e trazer de volta ao aprisco, bem com reunir as ovelhas que estavam perdidas, resgatando-as e proporcionando-lhes balsamo, segurança, e amor. Jesus ao dizer: "Eu sou o Bom Pastor; o Bom Pastor dá sua vida pelas ovelhas" (Jo 10:11), liga imediatamente a mente de seus ouvintes ao Grande Pastor de Israel (SI 23; Is 40:11; Ez 34:11-16,23; 37:24). Como o Bom Pastor, ele morreu pelos pecadores da terra que, como ovelhas, tinham se desviado (Jo 10:10, 15).Como o Grande Pastor, ele ressuscitou, e subiu ao alto, para interceder por suas ovelhas (Hb 13:20).Como o Supremo Pastor, ele voltará para recompensar os seus sub-pastores que foram fiéis em seu cuidado com o rebanho (lPe 2:25).
Ellicott, disse: "Ele é o pastor idealmente bom, que preenche toda idéia de governo, sustento, auto-sacrifício que já se reuniu em torno do nome do pastor. Nenhu¬ma imagem de Cristo impressionou tão profundamente a mente da Igreja como essa [...] O cajado pastoral é o emblema adequado do trabalho do bispo, e o pastor é o nome pelo qual o submisso rebanho na beira da estrada pensa sobre ele que, em nome de Cristo, é apontado para seu guia" (Ef 4:11).[Commentary on the whole Bible. Zondervan, Grand Rapids, 1951].
Que o Senhor nos dê Sua autoridade, poder e graça por meio de Cristo, na unção do Espírito Santo a fim de vencermos os colossais desafios do ministério pastoral. A igreja visível sobre a face da terra pode consistir de muitos apriscos congregacionais, mas todos estão debaixo de um só Cajado. Jesus Cristo formou um só rebanho. A unidade viva, com o Bom e Grande Pastor, faz de suas ovelhas um único, vasto e multiforme rebanho. Se formos suas ovelhas, no aguardo das pastagens eternas, de verdes campos imarcescíveis, de águas de tranqüilo repouso no aprisco celestial, deveremos cultivar e agradecer a consolação do Cajado e da Vara do Pastor sobre nós e nossa igreja.
•Agostinho, disse: "Tua vara e o teu cajado me consolam". Tua disciplina, como uma vara para o rebanho de ovelhas, e como um cajado para crianças de certo tamanho, e fazendo-me crescer do natural para a vida espiritual, não tem me entristecido; antes tem ela me confortado: porque Tu Se lembras de mim.
Pastor George Emanuel
20 Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria.
21 E dei-lhe tempo para que se arrependesse da sua prostituição; e não se arrependeu.
22 Eis que a porei numa cama, e sobre os que adulteram com ela virá grande tribulação, se não se arrependerem das suas obras.
23 E ferirei de morte a seus filhos, e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda os rins e os corações. E darei a cada um de vós segundo as vossas obras.
(Ap. 2:20-23)
Jesus pregou à igreja de Tiatira em Apocalipse 2:18 - 29 contra a doutrina de Jezabel. Essa doutrina falsa está infestada na sociedade hoje e em muitas igrejas corruptas. Isso será cada vez pior até o arrebatamento.que antecederá a Grande Tribulação. A repreensão do Senhor Jesus Cristo contra a igreja de Tiatira se centralizou nessa questão da doutrina de Jezabel. Essa mulher, que estava corrompendo a igreja de Tiatira, tinha o mesmo nome da mulher mais maligna e execrada da Bíblia. Para uma mulher ser chamada de Jezabel era, e ainda é, um insulto tão grave como para um homem ser chamado de Acabe (palerma).
Ela era provalmente uma mulher muito atraente (sedução é sempre muito bem feita por uma bela mulher). Sem sombra de dúvida, ela possuía uma personalidade charmosa e uma língua persuasiva, com idéias contundentes e grandes qualidades de liderança. Ela era uma mulher que colocaria muitos homens envergonhados debaixo dos pés dela.
Ela chega em cena logo antes da Grande Tribulação ocorrer e isso certamente é revelador no quediz respeito às igrejas apóstatas de hoje em dia. Nós estamos vivendo dias que antecedem a Grande Tribulação. O espírito maligno de Jezabel está impregnado hoje na sociedade e nas igrejas de tal maneira, que os homens não tem peito de se levantar contra isso. Esse é um espírito maligno vindo direto de Satanás para destruir a família, a nação e as igrejas.
O marido dela, bem como os homens da igreja de Tiatira, estavam em obediência a Jezabel. Eles comiam na mão dela, exatamente como o palerma Acabe fazia.
Jezabel era uma mulher dominadora, zangada, cheia de si e cheia de vontade própria. Ela possuía um espírito masculino numa mulher. É por isso que muitas são lésbicas! As “Jezabéis” sempre se casam com homens palermas como Acabe.
O espírito de Jezabel é aquele espírito maligno e Satânico que faz com que uma mulher domine sobre o homem (“eu não obedecerei a ele”). Essa é a chamada e o tema do Movimento Feminista! É o espírito nas mulheres que diz: "Eu não obedecerei a nenhum homem – nem no meu lar, nem na minha igreja, nem no meu trabalho e nem no governo."
Isso começou há quatro gerações atrás e agora já produziu o seu fruto maligno na sociedade. O fato de mulheres reinando na maioria dos lares e igrejas é sinal de uma quebra total da família. Isso tem sido passado de mãe para filha e para neta. É um espírito maligno, mortal e anti-cristão.
É interessante notar quantas seitas foram fundadas e promovidas por mulheres!
Adventistas do Sétimo Dia— Espiritismo — Ciência Cristã — Teosofia — Nova Era — todas foram levadas à heresias e imoralidades por mulheres.
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Jezabel (também Jezebel) foi uma princesa fenícia casada com o rei Acabe, de Israel..
(Wikipédia)
Jezabel era filha do rei dos Sidónios Etbaal, tendo o seu casamento com Acabe sido o resultado de uma aliança que tinha como objetivo fortalecer as relações entre Israel e a Fenícia. A sua história é conhecida através do Primeiro Livro de Reis do Antigo Testamento.
Jezabel continuou a adorar os deuses fenícios, mas não se limitou a isso, pois combateu o Deus de Israel. Recorreu ao dinheiro do tesouro público para sustentar os 450 profetas (ou sacerdotes) do deus Baal e os 400 profetas da deusa Achera (deusa fenícia da fertilidade). No palácio real seria mesmo construído um templo dedicado a Baal. Aparentemente o seu próprio marido sentiu-se atraído pelo culto destes deuses, relegando Javé para segundo plano. Os sacerdotes e profetas israelitas foram eliminados ou então tiveram que se exilar no deserto devido à perseguição promovida pela rainha.
A resistência local contra esta política religiosa foi encabeçada pelo profeta Elias. Numa espécie de concurso religioso levado a cabo no Monte Carmelo, Elias derrotou todos os profetas de Baal, que morreram, pretendendo desta forma o Livro de Reis mostrar como o Deus de Israel era a única divindade. Quando Jezabel soube disto ficou furiosa, pretendendo mandar matar Elias, que teve fugir para Judá.
Mulher determinada e independente, Jezabel não olhava a meios para conquistar os seus objetivos.
Elias profetizou que cães devorariam Jezabel no campo de Jezrael!
Um comandante chamado Jeú liderou uma revolta contra a família real, na qual matou o filho de Jezabel, Jorão. Quando Jezabel soube da revolta pintou os olhos e adornou a cabeça, desafiando Jeú da janela do palácio. Este ordenou aos eunucos da rainha que a atirassem da janela (defenestração): Jezabel morreu, tendo o seu sangue atingido as paredes e os cavalos. Uns cães que por ali passavam devoraram o corpo da rainha.
Depois de ter feito uma refeição no palácio, Jeú ordenou que a Jezabel fosse sepultada, dado que se tratava da filha de um rei. De acordo com o Segundo Livro de Reis, os servos do palácio apenas encontraram o crânio, os pés e as mãos da rainha.
Por causa desta rainha o nome "Jezabel" encontra-se associado na cultura popular a uma mulher sedutora sem escrúpulos.
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Acabe e Jezabel
(Reis 21: 23-29, II Reis 9:14-37)
Depois da época dos juízes, devido à insistência de Israel, Deus deu ao povo reis que o governassem. Saul foi o primeiro, Davi e Salomão seguiram-no, depois seus filhos, netos, etc. Entre esses reis havia bons homens que temiam a Deus, mas havia também homens perversos que preferiam menosprezar os planos de Deus e fazer tudo conforme lhes agradasse. Entre os reis perversos havia um homem chamado Acabe. Sua esposa Jezabel era até mais maligna que ele. Era muito dissentânea e totalmente sem escrúpulos, além de ser também uma idólatra.
Acabe desejava comprar uma vinha de um homem chamado Nabote, porque ficava perto de sua casa; no entanto, Nabote recusou-se a vendê-la, pois era a herança de seu Deus na terra. Ao invés de respeitar a justa decisão de Nabote, Acabe fez birra. Sendo assim, sua esposa má, Jezabel, escreveu cartas para os anciãos da cidade de Nabote, acusando-o falsamente. Como planejado, isso resultou na morte de Nabote por apedrejamento.
Quando o perverso Acabe foi tomar posse da vinha de Nabote, encontrou-se com Elias, o profeta de Deus, que lhe disse que sua maldade resultaria na morte de sua família, incluindo uma morte terrível para sua esposa Jezabel (I Reis 21:23-26). Acabe ficou muito arrependido de seu pecado. Por causa do seu humilde arrependimento, Deus protelou a sua sentença. Estavam para começar os dias de seu filho Jeosafá (I Reis 21:29). Pode-se ler sobre a execução de seu julgamento em II Reis 9:22-26. Obviamente Acabe teve uma morte violenta e os cães lamberam seu sangue (II Reis 22: 34-38).
O julgamento contra a terrível Jezabel cumpriu-se em II Reis 9:30-37. Quando você lê sobre essas mortes terríveis, você deve ser advertido que quando uma pessoa é má e idólatra, embora possa ser bem sucedida por um período, o dia do julgamento de Deus chegará.
“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no espírito, do espírito ceifará a vida eterna”
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Reforma Protestante é coisa séria, e Halloween não é brincadeiraMuita gente não sabe, mas o Dia das Bruxas, o Samhain ou Halloween, Ano Novo céltico (31 de outubro), tem uma conexão com o Dia de Todos os Santos da Igreja Católica Romana. Este era originalmente celebrado em maio, e não no primeiro dia de novembro.
No ano 608, o imperador romano Focas apaziguou o populacho dos territórios pagãos recentemente conquistados, permitindo-lhe combinar o antigo ritual de Samhain com o Dia de Todos os Santos. E, assim, o panteão de Roma, templo edificado para a adoração de uma multiplicidade de deuses, foi transformado em igreja.
Foram os imigrantes europeus, especialmente os irlandeses, que introduziram o Halloween nos Estados Unidos. Hoje, o Dia das Bruxas é muito importante para os lojistas, inclusive no Brasil. Salém, em Massachusetts (Estados Unidos), é a sede da bruxaria norte-americana. Ali celebra-se, na época do Halloween, o Festival da Assombração, para expandir a temporada turística de verão. Tudo parece uma grande brincadeira, mas — conscientemente ou não — os participantes dessa festa estão se envolvendo com o ocultismo e o satanismo.
Por outro lado, algumas denominações evangélicas, além de realizarem festas similares às juninas (o que já é um absurdo), estão promovendo também, no fim de outubro, uma espécie de Halloween, decorando o ambiente com abóboras, etc. Elas alteram o nome da brincadeira satânica para Jesusween ou Elohin! Aos pastores destas igrejas quero apresentar um motivo melhor para festejar.
Em vez de comemorarem o Dia das Bruxas, os pastores que se prezam deveriam se lembrar da Reforma Protestante. Na manhã de 31 de outubro de 1517, véspera do Dia de Todos os Santos, Martinho Lutero — sacerdote romanista, professor de teologia e filho de um minerador bem-sucedido — começou a questionar de modo mais contundente a Igreja Católica e a atacar a autoridade do papa.
Lutero, então, afixou na porta da Catedral de Wittenberg (pronuncia-se vitemberk) um pergaminho que continha 95 declarações. Estas, conhecidas como teses, eram quase todas relacionadas com a venda de indulgências (pacotes caros pagos pelo perdão, inclusive das pessoas que já haviam partido para a eternidade).
Em junho de 1520, Lutero foi excomungado por uma bula — decreto do papa que continha o seu selo oficial. Em dezembro do mesmo ano, com ousadia, ele queimou esse documento em reunião pública, à porta de Wittenberg, diante de uma assembleia de professores, estudantes e o povo. No ano seguinte, foi intimado a comparecer ante as autoridades romanistas, em Worms. E declarou: “Irei, ainda que me cerquem tantos demônios quantas são as telhas dos telhados”.
No dia 17 de abril de 1521, Lutero apresentou-se à Dieta do Concílio Supremo, presidida pelo imperador Carlos V. Para escapar da morte, teria de se retratar. Mas ele não faria isso, a menos que fosse desaprovado pelas próprias Escrituras. E asseverou perante todos: “Aqui estou. Não posso fazer outra coisa. Que Deus me ajude. Amém”.
Considerado herege, ao regressar à sua cidade Lutero foi cercado e levado por soldados ao castelo de Wartzburg, na Turíngia, onde ficaria “guardado”. Ali, ele traduziu o Novo Testamento para o alemão, obra que, por si só, o teria imortalizado. Ao regressar a Wittenberg, reassumiu a direção do movimento a favor da Igreja Reformada, e a partir daí os princípios da Reforma Protestante se espalharam por toda a Europa, com ajuda de homens de valor, como Ulrico Zuínglio, João Calvino, Jacques Lefevre, João Tyndale, Tomás Cranmer, João Knox, etc.
Assim como muitos teólogos estão fazendo hoje, os católicos romanos haviam substituído a autoridade da Bíblia pela autoridade da igreja. Eles ensinavam que a igreja era infalível e que a autoridade da Bíblia procedia da tradição. Os reformadores afirmavam que as Escrituras eram a sua regra de fé, de prática e de viver, e que não se devia aceitar nenhuma doutrina que não fosse ensinada por elas. A Reforma devolveu ao povo a Bíblia que se havia perdido, passando a considerá-la a fonte primária de autoridade.
Nesses tempos difíceis, em que muitos estão brincando com o pecado e até com festas satânicas, quantos cristãos sérios estão dispostos a protestar contra as heresias verificados entre nós (2 Pe 2.1; At 20.28), à semelhança de Lutero?
Ciro Sanches Zibordi
Se perguntássemos:
Você morreria por amor a Cristo? Talvez cheio de sentimentalismo você afirme – Sim, é claro que sim... mas, a realidade é muitas vezes diferente. Li em certa ocasião uma ilustração que pode ser bem utilizada neste momento:
“certos irmãos viviam em um país comunista, onde todo cristão era perseguido e se não negasse o evangelho era ou preso ou morto. Mesmo mediante as ameaças alguns cristãos se reuniam as escondidas e ali louvavam ao Senhor. Certa ocasião, estando os irmãos reunidos, entraram ali alguns soldados fortemente armados atirando para o alto e
dizendo: todos com o rosto no chão... vamos... vamos. Todos deitaram imediatamente, quando então um soldado começou a dizer, hoje tenho ordem para matar a todos que confessarem a Jesus como Senhor e Salvador, sendo assim, pretendo cumprir minha ordem, no entanto lhes darei uma chance, chamarei um por um, e aquele que quiser poderá ir para sua casa, tal ato significará que você não está disposto a morrer por Jesus. O soldado então apontando para cada um deles começou a chamá-los. Alguns quando chamados, em prantos, como quem sentindo dores, viraram-se e retiraram-se daquele lugar, indo para suas casas, outros poucos, mantiveram-se ali e disseram, morreremos pelo nosso Senhor Jesus, pois se não podemos anunciar e cultuar Seu nome, melhor nos será morrermos por Ele. Diante destes que assim se apresentaram, mesmo com armas apontadas para suas cabeças, os soldados disseram, alegrem-se irmãos, pois também somos cristãos, mas como participamos do exército somente podemos nos revelar àqueles que estão dispostos a morrerem por Cristo, pois sabemos que também estarão dispostos a morrem preservando nossas vidas em segredo pois o Senhor nos tem usado para livrarmos muitos da morte.”
Este exemplo serve para nos mostrar que ainda que você ame muito ao Senhor, não significa que você está disposto a morrer sob qualquer circunstância. Assim é a maioria de nossos irmãos, muitos amam e por isso anunciam a Palavra de Deus, mas poucos morrem anunciando esta Palavra. Temos inúmeros casos de missionários que morreram ao tentarem, romper uma fronteira, ou ao tentarem anunciar as Escrituras a
autoridades ou mesmo a povos.
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